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Tuna Veterana Universidade Portucalense

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Entrada

Reportório

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Não venhas tarde 
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Não venhas tarde
Dizes-me tu com carinho  
Sem nunca fazer alarde  
Do que me pedes baixinho.  
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Não venhas tarde  
E eu peço a Deus que no fim  
Teu coração ainda guarde  
Um pouco de amor por mim.

Tu sabes bem  
Que eu vou para outra mulher
Que ela me prende também
Que eu só faço o que ela quer.  
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Tu estás sentindo
Que te minto e sou cobarde  
Mas sabes dizer sorrindo  
Meu amor  
Não venhas tarde.  

Não venhas tarde  
Dizes-me sem azedume  
Quando o teu coração arde
Na fogueira do ciúme.  
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Não venhas tarde  
Dizes-me tu da janela
E eu venho sempre mais tarde
Porque não sei fugir dela.
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Tu sabes bem
Que eu vou para outra mulher
Que ela me prende também  
Que eu só faço o que ela quer.  
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Sem alegria  
Eu confesso tenho medo  
Que tu me digas um dia  
Meu amor não venhas cedo.  

Por ironia
Pois nunca sei onde vais  
Que eu chegue cedo algum dia  
E que seja tarde de mais. 
     
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Rosinha dos Limões  
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Quando ela passa,  
Franzina e cheia de graça,
Há sempre um ar de chalaça,  
No seu olhar feiticeiro.  
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Lá vai catita,  
Cada dia mais bonita,  
E o seu vestido de chita,  
Tem sempre um ar domingueiro.   
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Passa ligeira,  
Alegre e namoradeira,  
E a sorrir, p'rá rua inteira,  
Vai semeando ilusões.   
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Quando ela passa,  
Vai vender limões à praça,  
E até lhe chamam por graça,  
A Rosinha dos limões.   
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Quando ela passa,  
Junto da minha janela,  
Meus olhos vão atrás dela,  
Até ver da rua o fim.   
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Com ar gaiato,  
Ela caminha apressada,  
Rindo por tudo e por nada,  
E às vezes sorri p'ra mim.  
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Quando ela passa,  
Apregoando os limões,  
A sós com os meus botões,  
No vão da minha janela.  
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Fico pensando,  
Que qualquer dia por graça,  
Vou comprar limões à praça,  
E depois caso com ela.       
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Trem das Onze   
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Não posso ficar nem mais um minuto com você,
Sinto muito amor mas não pode ser.  
Moro em Jaçanã,  
Se eu perder esse trem
Que sai agora às onze horas
Só amanhã de manhã. (2x) 
 
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E além disso mulher  
Tem outra coisa,  
Minha mãe não dorme enquanto eu não chegar.  
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Sou filho único,
Tenho minha casa p’ra olhar.  
Bam zam zam zam zam zam
Pascalingudum
Pascalingudum
Pascalingudum  
  
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Não posso ficar nem mais um minuto com você,
Sinto muito amor mas não pode ser.  
Moro em Jaçanã,  
Se eu perder esse trem
Que sai agora às onze horas
Só amanhã de manhã.  
E além disso mulher  
Tem outra coisa,  
Minha mãe não dorme enquanto eu não chegar.  
.
Sou filho único,  
Tenho minha casa p’ra olhar  
Bam zam zam zam zam zam
Pascalingudum
Pascalingudum
Pascalingudum  
 
.
E além disso mulher  
Tem outra coisa,  
Minha mãe não dorme enquanto eu não chegar.
Bam zam zam zam    
Pascalingudum
Pascalingudum
Pascalingudum 
     
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Rosa Branca   
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De rosa ao peito na roda
Eu bailei com quem calhou (2x)
Tantas voltas dei bailando   
Que a rosa se desfolhou (2x)  
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Ó roseira, roseirinha    
Roseira do meu jardim (2x)
Se de rosas gostas tanto    
Porque não gostas de mim (2x)

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Quem tem, quem tem amor a seu jeito  
Colha a rosa branca ponha a rosa ao peito (2x) 
 
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Quem tem, quem tem amor a seu jeito  
Colha a rosa branca ponha a rosa ao peito (4x) 
     
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Lágrima   
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Cheio de penas
Cheio de penas me deito  
E com mais penas

Com mais penas me levanto
No meu peito
Já me ficou no meu peito
Este jeito
O jeito de querer tanto.
  
Desespero
Tenho por meu desespero
Dentro de mim
Dentro de mim o castigo
Eu não te quero
Eu digo que não te quero
E de noite
De noite sonho contigo.

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Se considero
Que um dia hei-de morrer
No desespero
Que tenho de te não ver
Estendo minha capa
Estendo a capa no chão
Estando a capa
E deixo-me adormecer.
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Se eu soubesse
Se eu soubesse que morrendo
Tume havias
Tu me havias de chorar
Por uma lágrima
Por uma lágrima tua
Que alegria
Me deixaria matar (2x)
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Buongiorno Principessa   
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Se canterai  
Nella notte ché non passa mai  
Ti baceró  
Sono belle le labbra che ridono.  
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Se pioverà  
Con la pioggia anche il grano verrà  
Ti troverò
Ripescando lá felicità.  
Guarda lassù  
La luna è tutta bianca e il cielo è tutto blu,
E se anche tu ci sarai  
Sarà facile tutto vedrai,  
Ce lá farò  
Con la forza che ti ruberò. 

E torneremo
A camminare per la via
E ogni stagione riavrà la sua poesia. 
 
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Se finirà   
Questa notte di bassa marea,  
Andremo via  
Ripescando la felicità.
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E torneremo
A camminare per la via
Ripescando la felicità.    
     
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Quando esta Tuna passa   
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Quando esta Tuna passa  
A donzela fica logo a sonhar,
À espera da serenata
Que apaixonados lhe vamos cantar.   
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E nas noites boémias  
Nos copos que vêm no vinho que vai,  
Nunca nos sai da lembrança  
Esse teu olhar de paixão.   
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E eu que te quero tanto
Esse meu martírio que é o teu amor,  
Não me importa o que me faças
Se nos beijos teus guardo essa ilusão.  
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E que venha o que vier
Esse peito teu não vou esquecer,
Mesmo que eu quisesse  
Esquecer-te agora  
Porque tu estás dentro de mim.   
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Quando esta Tuna passa  
A donzela fica logo a sonhar,  
À espera da serenata  
Que apaixonados lhe vamos cantar.   
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E nas noites boémias  
Nos copos que vêm no vinho que vai,  
Nunca nos sai da lembrança  
Esse teu olhar de paixão. (x2)      
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Mentirosa   
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Foste mentirosa quando te encontrei
Disseste que eras virgem e eu acreditei
Mas eu não sabia que eras mentirosa.  
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Foste mentirosa mas de outra maneira
Foi quando fugiste com a minha carteira
E eu fiquei na rua sua mentirosa.

Pediste-me um dia p’ra mudar de emprego
E puder assim satisfazer teu ego
Roubaste-me o lugar sua mentirosa.
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E as mentiras são como punhais,
Mentirosa vê por onde vais,
Mentes, mentes, mentes é demais. 
  
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Eu vou dizer,  
Eu vou cantar,  
Eu vou gritar, 
Mentirosa!   
Não vou sofrer,  
Não vou cismar,       
Não vou chorar,  
Mentirosa!  
Se deus quiser  
Eu hei-de amar
Eu hei-de rir  
Mentirosa!  
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Tu hás-de ver,
Hás-de amargar,
Hás-de engolir tuas mentiras
Mentirosa.   
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Ao ficamos noivos tu mentiste então
Tinhas um pai rico p’ra nos dar a mão
Mas ele era maneta sua mentirosa.

Mas o problema não foi só dinheiro
Disseste-me sempre que fui o primeiro
Foram sei lá quantos sua mentirosa.  

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E o nosso amor foi um pandemónio
Só deste facadas nesse matrimónio
O armário cheio de homens sua mentirosa.
E o nosso amor chegou ao fim         
Não posso viver contigo assim
Mentes, mentes demais para mim. 
  
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Eu vou dizer,  
Eu vou cantar,  
Eu vou gritar,
Mentirosa!   
Não vou sofrer,  
Não vou cismar,       
Não vou chorar,  
Mentirosa!  
Se deus quiser  
Eu hei-de amar
Eu hei-de rir  
Mentirosa!  
Tu hás-de ver,
Hás-de amargar,
Hás-de engolir tuas mentiras
Mentirosa!